Portuguese poem
I
by Visconde de Almeida Garrett João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett
Sette annos e um dia Foi a sentença cruel Que Adozinda cumpriria N’aquella tôrre fechada. E o tyranno bem sabia Que nem tres dias somente Viver podia a innocente Com a sêde, a denudez. Uma semana é passada Passado é um mez e outro mez, Anno e annos decorreram; E os sette annos feneceram Sem que Adozinda formosa Em tal mingua perecesse, Sem que ao menos desmer’cesse Em seu rosto uma só rosa.
More by Visconde de Almeida Garrett João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett
All 225 poems by Visconde de Almeida Garrett João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett