Portuguese poem
Vii
by Visconde de Almeida Garrett João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett
Adozinda, ajoelhada Juncto ao leito onde convulsa Jaz a mãe attribulada, Do coração, que lhe pulsa Como se fôra quebrar, Traz d’amargo pranto um rio, Que dos olhos vem a fio As maternas mãos banhar; As mãos que ella aperta e beja, E que o pranto que gotteja Ja não sentem derramar.