Portuguese poem
Terza rima
by Álvares de Azevedo (1831–1852)
É belo dentre a cinza ver ardendo Nas mãos do fumador um bom cigarro, Sentir o fumo em névoas recendendo...
Do cachimbo alemão no louro barro Ver a chama vermelha estremecendo E até... perdoem... respirar-lhe o sarro!
Porém o que há mais doce nesta vida, O que das mágoas desvanece o luto E dá som a uma alma empobrecida, Palavra d'honra, és tu, Ó meu charuto!