Poet
Álvares de Azevedo
1831–1852
Portuguese
- 12 de setembro
- A cantiga do sertanejo
- A harmonia
- A lagartixa
- A minha esteira
- A rosa da manhã cedinho aberta
- A T... (No amor basta uma noite para…)
- A tempestade
- A vida é uma comedia sem sentido
- Adeus, meus sonhos!
- Ai Jesus!
- Amor
- Anima mea
- Anjinho
- Anjos do mar
- Ao sol do meio-dia eu vi dormindo
- C... (Oh! não tremas! que este olhar…)
- Cantiga
- Cismar
- Crepúsculo do mar
- Crepúsculo nas montanhas
- Desalento
- Desânimo
- Despedidas
- Dinheiro
- É ela! É ela!
- É loucura, meu anjo, é loucura
- Epitáfio
- Era uma flôr a embalsamar-me a vida
- És tu, alma divina, essa Madona
- Esperanças
- Fantasia
- Fragmento de um canto em cordas de bronze
- Fui um doudo em sonhar tantos amores
- Glória moribunda
- Ideias íntimas
- Itália
- Já da morte o palor me cobre o rosto
- Lágrima de sangue
- Lágrimas da Vida
- Lélia
- Lembrança de morrer
- Lembrança dos quinze anos
- Luar de Verão
- Meo desejo
- Meu anjo
- Meu sonho
- Minha amante
- Minha desgraça
- Minha musa é a lembrança
- Na minha terra
- Na várzea
- Namoro a cavalo
- No mar
- O cônego Filipe
- O editor
- O lenço dela
- O pastor moribundo
- O poeta
- O poeta moribundo
- Oh! Não maldigam!
- Oh! Páginas de vida que eu amava
- Os quinze anos de uma alma transparente
- Página rota
- Pálida imagem
- Pálida inocência
- Panteísmo
- Passei hontem a noite junto della
- Pedro Ivo
- Pensamentos dela
- Perdôa-me, visão dos meus amores
- Por mim?
- Por que mentias?
- Quando falo contigo, no meu peito
- Quando, à noite, no leito perfumado
- Saudades
- Se Eu Morresse Amanhãglossed
- Seio de Virgem
- Solidão
- Sombra de D. Juan
- Sonhando
- Tarde de Outono
- Tarde de Verão
- Tenho um seio que delira
- Terza rima
- Thereza
- Trindade
- Um cadáver de poeta
- Um canto do século
- Um mancebo no jogo se descora
- Vagabundo
- Vida
- Virgem morta