Portuguese poem
Era uma flôr a embalsamar-me a vida
by Álvares de Azevedo (1831–1852)
No Álbum da Exma. Sra. D. O...
Afeto que se sente e não se exprime, Mas olente do odor da castidade;
E esse meu sentir nasceu bem santo Como vós repassado de pureza, E bem cândido vive, bem suave Como da lua a mórbida tristeza!