Portuguese poem
Dinheiro
by Álvares de Azevedo (1831–1852)
Oh! argent! Avec toi on est beau, jeune, adoré; on a considération, honneurs, qualités, vertus. Quand on n'a point d'argent on est dans la dépendance de toutes choses et de tout le monde. CHATEAUBRIAND
Quem é mesmo eleitor, embora sábio, Embora gênio, talentosa fronte, Alma romana, se não tem dinheiro? Fora a canalha de vazios bolsos! O mundo é para todos... Certamente Assim o disse Deus, mas esse texto Explica-se melhor e d'outro modo... Houve um erro de imprensa no Evangelho: O mundo é um festim, concordo nisso, Mas não entra ninguém sem ter as louras,