Versos Portuguese Antero de Quental Jura

Portuguese poem

Jura

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Pelas rugas da fronte que medita... Pelo olhar que interroga--e não vê nada... Pela miseria e pela mão gelada Que apaga a estrella que nossa alma fita...

Pelo estertor da chama que crepita No ultimo arranco d'uma luz minguada... Pelo grito feroz da abandonada Que um momento de amante fez maldita...

Por quanto ha de fatal, que quanto ha mixto De sombra e de pavor sob uma lousa... Oh pomba meiga, pomba de esperança!

Eu t'o juro, menina, tenho visto Cousas terriveis--mas jamais vi cousa Mais feroz do que um riso de criança!