Portuguese poem
Mais Luz!
(A Guilherme de Azevedo)
Amem a noite os magros crapulosos, E os que sonham com virgens impossiveis, E os que inclinam, mudos e impassiveis, Á borda dos abysmos silenciosos...
Tu, lua, com teus raios vaporosos, Cobre-os, tapa-os e torna-os insensiveis, Tanto aos vicios crueis e inextinguiveis, Como aos longos cuidados dolorosos!
Eu amarei a santa madrugada, E o meio-dia, em vida refervendo, E a tarde rumorosa e repousada.
Viva e trabalhe em plena luz: depois, Seja-me dado ainda ver, morrendo, O claro sol, amigo dos heroes!
These e Antithese