Portuguese poem
Na Sepultura de Zara
Feliz de quem passou por entre a magoa E as paixões da existencia tumultuosa, Inconsciente, como passa a rosa, E leve, como a sombra sobre a agua.
Era-te a vida um sonho. Indefinido E tenue, mas suave e transparente... Acordaste, sorriste... e vagamente Continuaste o sonho interrompido.