Portuguese poem
*Cain*
Cain no mundo errante, desterrado, Fugindo á sua dôr cruenta e dura, Morria sobre um valle, abandonado, No sollo primitivo da Escriptura.--
O remorso--esse mal que não tem cura-- Não abatia o peito allucinado Do que nasceu no seio do Peccado Que herdou depois a géração futura.
Do Ceu sem mendigar luz nem consollo Conservava inda erguido e altivo o collo;-- Mas nessa hora fatal que a todos vem...
Cain velho rebelde,--e atheu primeiro-- Nosso pae, nosso irmão, como um guerreiro. Bradou, caindo--Ó Terra! ó Minha Mãe!