Portuguese poem
I
by Augusto Gil (1873–1929)
O amor não se confrange, O amor não se combate. É como a luz do sol que tudo abrange, É como um raio audaz que tudo abate: É como em terra fecundante a flôr, Viceja e medra, embora se não trate. Não se confrange o amor, O amor não se combate.