Versos Portuguese Augusto Gil I

Portuguese poem

I

by (1873–1929)

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A Celestino Steffanina

Vaidade de vaidades, disse o Ecclesiastes: vaidade de vaidades, e tudo vaidade.

(Capit. I, v. 1).

Semeador de iniquidades, Porque é que mandas sobre os teus eguaes?! O mando o que é? Vaidade de vaidades, Fumo que ao desfazer-se engrossa mais...

Oh minha vista o que é que foi que viste Cá neste mundo impiedoso e rudo?

Que só a vaidade existe --Em todos nós, e em tudo!...