Versos Portuguese Auta de Souza Consolo supremo

Portuguese poem

Consolo supremo

by (1876–1901)

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A quem sofre

E rosas também cobriram O lenho santo da Cruz, Quando os espinhos cingiram A cabeça de Jesus.

Rosas do sangue adorado - Fonte de graça e de fé - Brotando do rosto amado Do Filho de Nazaré.

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Não digas que à luz vieste Para chorar e sofrer, E como a plantinha agreste Sonhar um dia e... morrer...

Não digas, pobre querida! Mesmo se a dor te magoa; É sempre feliz na vida A alma que é purae boa.