Portuguese poem
Morta
by Auta de Souza (1876–1901)
De todo o choroso dia Só nos resta na lembrança, Como visão fugidia D’aquella virgem creança:
Um caixãosinho funereo, — Abysmo de nossas dôres — Conduzido ao cemiterio Como uma cesta de flôres.
Versos Portuguese Auta de Souza Morta
Portuguese poem
by Auta de Souza (1876–1901)
De todo o choroso dia Só nos resta na lembrança, Como visão fugidia D’aquella virgem creança:
Um caixãosinho funereo, — Abysmo de nossas dôres — Conduzido ao cemiterio Como uma cesta de flôres.