Portuguese poem
No templo
by Auta de Souza (1876–1901)
Junta estas mãos, formosa! Assim... assim... Deixa o labio de rosa Pedir por mim.
Vale tanto uma prece, Dita por ti! Mas... a noite já desce. Vamos d’aqui.
Olha que eu tenho medo Da escuridão... Vamos; termina cedo Tua oração.