Portuguese poem
Nunca mais
by Auta de Souza (1876–1901)
Meu casto sonho! Lá se foi cantando Talvez em busca de uma patria nova. Deixou-me o coração como uma cova, E, dentro delle, o meu amor chorando.
Nunca mais voltará... Pois que lhe importa Esta morada lugubre e sombria? Não pode agazalhar uma alegria Minh’alma, pobre morta!