Portuguese poem
Página 121, linha 9
Na cidade de Assis, «Il Poverello» Santo, três vezes santo, andou prègando Que o sol, a terra, a flor, o rocio brando, Da pobreza o tristíssimo flagelo,
Tudo quanto há de vil, quanto há de belo, Tudo era nosso irmão!—E assim sonhando, Pelas estradas da Umbria foi forjando Da cadeia do amor o maior elo!
«Olha o nosso irmão Sol, nossa irmã água...» Ah, Poverello! Em mim, essa lição Perdeu-se como vela em mar de mágoa
Batida por furiosos vendavais! —Eu fui na vida a irmã dum só irmão, E já não sou a irmã de ninguém mais!