Portuguese poem
Xii
Emquanto eu andava viajando, a minha Noiva gentil, o meu thesouro amado, Julgando que eu tardava e que não vinha, Fez á pressa o vestido de noivado, E um dia, ao pé do altar, entrega anciosa A um fôfo peralvilho a mão de esposa.
Nada no mundo a minha amada eguala; Nem eu sei a que a possa comparar! Que doce é o aroma que o seu labio exhala! Que gesto lindo! e que formoso olhar! Suspende a queixa, coração trahido, Deixaste o céu, do céu fôste banido!