Portuguese poem
Ao tenente-coronel Francisco de Paula Freire de Andrade
by Inácio José de Alvarenga Peixoto (1742–1792)
Peitos que amor da patria predomina, Vede o consorcio que a virtude traça; Não é de Chypre na festosa praça, Que o nobre Andrade a Isabel se inclina.
Abençôa do alto a mão divina O nó sagrado, que apertou a graça; E a mesma innocencia, que os enlaça, Feliz prosperidade lhes destina.
Risonhos amorinhos de Cythera, Fugi d’este lugar aos cécos aceito, Que aqui nem Venus, nem Cupido impera.
Gênios celestiaes, cercai-lhe o leito: Do puro fogo da sublime esphera, Desção as chammas a inflammar-lhe o peito.