Versos Portuguese João de Deus A Sulamense

Portuguese poem

A Sulamense

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Já não sei pelo que aguardo Que estando el-rei a jantar Lhe não entorno por cima Esta redoma de nardo Que é um balsamo de estima.

Mas ha outro mais perfeito, E com o qual me perfumo: Eu a myrrha que costumo Trazer aqui em meu peito, É mesmo aquelle a quem amo. Nunca apanhei outro ramo Nem outro alcanfor colhi Nas hortas dos arredores Da cidade de Engaddi.

Also available with a spoken translation into English in the reader.