Portuguese poem
A Uma Carta Anonyma
by João de Deus
Não sabe a flôr quem manda a luz do dia, Nem quem lhe esparge o nectar que a deleita Ao vir raiando a aurora, E ella agradece as lagrimas que aceita, E ella as converte em balsamos que envia Ao mysterio, que adora.
LAMARTINE.
Coimbra.
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Also available with a spoken translation into English in the reader.