Versos Portuguese Machado de Assis I

Portuguese poem

I

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Moça christã das solidões antigas, Em que aurea folha reviveu teu nome? Nem o eco das mattas seculares, Nem a voz das sonoras cachoeiras, O transmitiu aos seculos futuros. Assim da tarde estiva ás auras frouxas Tenue fumo do colmo no ar se perde; Nem de outra sorte em moribundos labios A humana voz expira. O horror e o sangue Da miseranda scena em que, de envolta Co'os longos, magoadissimos suspiros, Christã Lucrecia, abriu tua alma o voo Para subir ás regiões celestes, Mal deixada memoria aos homens lembra. Isso apenas; não mais; teu nome obscuro, Nem tua campa o brazileiro os sabe.