Portuguese poem
Iii
Sêntel-o? Então entenderás Elvira, Que assentada á janella, erguendo o rosto, O vôo solta á alma que delira E mergulha no azul de um céu de agosto; Entenderás então porque suspira, Victima já de um intimo desgosto, A meiga virgem, pallida e calada, Sonhadora, anciosa e namorada.