Portuguese poem
O caso Barreto
Que, ai, nem sei qual fiquei sendo Depois que os vi!
Enfim te vejo! Enfim, posso, Curvado a teus pés, dizer-te Que não cessei de querer-te Pesar de quanto sofri! Muito penei! Cruas ânsias, De teus olhos apartado, Houveram-me acabrunhado A não lembrar-me de ti.
Quis viver mais, e vivi!