Portuguese poem
Potyra[6]
Os Tamoyos, entre outras presas que fizeram, levaram esta india, a qual pretendeu o capitão da empreza violar: resistiu valorosamente dizendo em lingua brasilica: «Eu sou christã e casada; não heide fazer traição a Deus e a meu marido; bom podes matar-me e fazer do mim o que quizeres.» Deu-se por a affrontado o barbaro, e em vingança lhe acabou a vida com grande crueldade.
VASC. Chr. da Comp. de Jesus, liv 3°.