Portuguese poem
Xiv
Disse uma noite á pallida sobrinha: «Elvira, sonhas tanto! devaneias! «Que andas a procurar, querida minha? «Que ambições, que desejos ou que idéas «Fazem gemer tua alma innocentinha? «De que esperança vã, meu anjo, anceias? «Teu coração de ardente amor suspira; «Que tens?--Eu nada,» respondia Elvira.