Portuguese poem
Mundo Interior
by Manuel de Arriaga (1840–1917)
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Materia ou Força, Lei ou Divindade Quem quer que seja que dirige o mundo, Esparze em tudo o espirito fecundo Do Summo Bem--Belleza, Amôr, Verdade.
Á luz d'esta Santissima Trindade, Cercado d'esplendor, clamo e jucundo, Sorri-me em volta o universo; ao fundo, Por synthese Suprema, a Humanidade!
Dos homens rujam temporaes medonhos... Que em mim, no meu labôr, do Bem sedento, Meus dias correm limpidos, risonhos!
Estrellas que brilhaes no firmamento! É menos bella a vossa luz que os sonhos Que gera na minha alma o Pensamento!
Also available with a spoken translation into English in the reader.