Versos Portuguese Sílvio Romero Quero Bem à Mulatinha

Portuguese poem

Quero Bem à Mulatinha

by (1851–1914)

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Quero bem à mulatinha Por ser muito de meu gosto; Se os parentes se anojarem, Um valente topa outro. Pelo feixe da espingarda, Pelo cano que ela tem, Pelo fio de minha espada, Que não enjeito a ninguém. Se puxar por minha espada Na beirinha da lagoa, Se acaso fico perdido, Seja por cousinha boa. Rompo chuvas e trovões, Coriscos, e criminoso Ando no mundo, queixoso Sem de mim se falar nada!... Hei de amar a mulatinha Pelo feixe da espingarda. Viva Santana e Maria, E S. Joaquim neste dia; Deus quando subiu pra guia Deixou para valimento O testemunho da gente. Para amparo dos cristãos Viva Santana e Maria.