Versos Portuguese Visconde de Almeida Garrett João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett Ii

Portuguese poem

Ii

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Mas o outro dia á luz nada Houve quem visse Adozinda Debruçada em seu balcão Haver prática alongada Co’ aquelle velho ermitão. Quem sabe o que lhe elle disse? —Ninguem no castello ouviu: Mas d’aquella occasião A alegria lhe fugiu Dos olhos e do semblante: Ficou triste, sempre triste; Mas em seu rosto divino Fez-se formosa a tristeza. Como olhos d’amor quebrados Disseras os olhos d’ella; Mas não tem d’amor cuidados, Que a ninguem conhece a bella.

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