Portuguese poem
*A Ultima Ceia De Falstaff*
Nunca mais me permitte a sorte crua Que ande ás portas batendo tresnoutado, Vae morrer em beco, abandonado, O maior bebedor que olhou a lua!
Dos braços da creada seminua Nunca mais rolarei sobre o telhado; E, ao relento, encherei, com passo errado, De lettras cabalisticas a rua.
Vae morrer, morrer sim, por seus castigos, O estomago que foi mais forte e cheio, Que na Paschoa ceiou com Satanaz...
Cae o rival dos bebados antigos! Ó toneis immortaes abri-lhe o seio! --São-me fataes as ceias de goraz!--