Versos Portuguese António Duarte Gomes Leal *A Ultima Ceia De Falstaff*

Portuguese poem

*A Ultima Ceia De Falstaff*

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Nunca mais me permitte a sorte crua Que ande ás portas batendo tresnoutado, Vae morrer em beco, abandonado, O maior bebedor que olhou a lua!

Dos braços da creada seminua Nunca mais rolarei sobre o telhado; E, ao relento, encherei, com passo errado, De lettras cabalisticas a rua.

Vae morrer, morrer sim, por seus castigos, O estomago que foi mais forte e cheio, Que na Paschoa ceiou com Satanaz...

Cae o rival dos bebados antigos! Ó toneis immortaes abri-lhe o seio! --São-me fataes as ceias de goraz!--