Portuguese poem
*A Visita*
Hontem dormia á noute--e, eis que desperto Sacudido d'um vento agudo e forte, Como um homem tocado pela Morte, Ou varrido d'um vento do deserto.
Accordei--era Deus, que de mim perto, Me dizia: Alma sceptica e sem norte! É preciso que creias e te importe Adorar o Deus Uno, Eterno, e Certo!
É preciso que a fé cresça em tua alma Como no inutil saibro a verde palma, Verme! filho da Duvida--Eis-me aqui!
Eu sou a Espada o Antigo, o Omnipotente! Crê barro vil!--Mas eu, descortezmente, Voltei-me do outro lado e adormeci.