Versos Portuguese Camilo Castelo Branco Ii

Portuguese poem

Ii

by (1825–1890)

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Visconde de Benalcanfor

Já morto! Dilacera-me a saudade. Não tenho mais ninguem d'aquelles dias De ephemeras, vibrantes alegrias, Que me illumine a escura mocidade.

Que ridente e subtil jovialidade! Que brilhantes hyperboles fazias, Com graça encantadora, quando rias Dos sérios carnavaes da sociedade!

A dor de envelhecer não a venceste; Pois que do coração sempre viveste, Matou-te finalmente o coração.

Vencido luctador, meu pobre amigo, Desde hontem que tu dormes no jazigo O sinistro dormir da podridão.