Portuguese poem
Ó áridas Messalinas
Ó áridas Messalinas Não entreis no santuário, Transformareis em ruínas O meu imenso sacrário!
Oh! A deusa das doçuras, A mulher! Eu a contemplo! Vós tendes almas impuras, Não me profaneis o templo!
A mulher é ser sublime, É conjunto de carinhos, Ela não propaga o crime, Em sentimentos mesquinhos.
Vós sois umas vis afrontas, Que nos dão falsos prazeres, Não sei se sois más se tontas, Mas sei que não sois mulheres!