Versos Portuguese Cruz e Sousa Besouros

Portuguese poem

Besouros

by (1861–1898)

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Marche, marche, marche a verve! Bandeiras, clarins, tambores, Marchar!

A poncheira ideal, que ferve, Sons, aromas, chamas, cores! Cantar!

Que este diabo vem, saudoso, Das profundezas do arcano, Viver!

O vinho maravilhoso Da forma raro e renano, Beber!

Vem beber o vinho iriado, O Falerno, claro e quente, Haurir!

Num paladar requintado, Todo inflamado e fremente Sentir!

Que o sangue da verve vibre Raja, raja, raja, raja, Taful!

E a alma do sol se equilibre Para que mais sonhos haja No azul!...

Mas este diabo tão fino, Que de tudo dá o acorde Genial!

Este capróide genuíno, Verde, verde, morde, morde, Fatal.