Portuguese poem
De Mayseder gentil o vulto ingente
by Cruz e Sousa (1861–1898)
De Mayseder gentil o vulto ingente De Corelli, de Spohr e de Nardini, De Ole Bull supernal, de Veracini Inspirados por Deus c'o plectro ardente;
Dessa lira febril, áurea, potente Do artista sem par, de Paganini; De Viotti dinal, do herói Tardini, De Lafont, de Baillot, Eck e Laurenti:
Sois rival feliz! e nesse crânio Há em jorros, oh céus! extravasando O ardor musical, o ardor titâneo...
Já bem cedo, veloz, ides galgando Lá da glória os degraus, o supedâneo Sobre um trono de luz rindo e cantando.