Portuguese poem
Deixai que a minh'alma escassa
by Cruz e Sousa (1861–1898)
Deixai que a minh'alma escassa De luz — aos astros emigre Como gaivota que passa Deixai que a minh'alma escassa De amor — na plúmbea desgraça De atrozes garras de tigre, Deixai que a minh'alma escassa De luz — aos astros emigre.