Portuguese poem
Ad Agros
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Não tardes, flôr; a aldeia nos espera, Chovem arômas dos folhudos ramos: Suspensa do meu braço, eia! partamos! Olha-nos Deus da crystallina esphera.
Nas manhãs da passada primavera Com que delícia ethérea nos amámos! Iremos vêr os nomes que traçámos No rude tronco em que se enlaça a hera.
Não tardes, meu amôr, sei de um caminho, Que sobe a encosta, e vae direito ao moinho, Em cujas vélas bate o vento em cheio...
Seguir-nos-hão as aves namoradas, Que ao som das tuas infantis risadas Modularão seu tremulo gorgeio...
Also available with a spoken translation into English in the reader.