Portuguese poem
Ii
De um lirio branco no mimoso calix Se eu a fosse depôr A vaga essencia de meu peito, em breve Escutáras no calice de neve Uma canção de amôr.
Canção divina relembrando as ancias, E o languido tremôr Daquelle beijo, em noite mysteriosa, Que me deram teus labios côr de rosa, Meu doce e casto amôr!