Portuguese poem
Iv
Sobre os olhos formosos Da minha doce amada Rimei canções que os astros decoraram; E embalsamei-lhe a bôcca perfumada Em tercêtos graciosos. Innumeras estancias decantaram Seu rôsto peregrino Que os jaspeados lirios escurece. Que sonêto divino Eu rendilhára com subtis lavôres Sobre o seu coração... se ella o tivesse!