Portuguese poem
Maria Amalia Vaz De Carvalho
A ti, ó boa e rara e fiel amiga, A mais sancta e a melhor das companheiras, A ti, ó flôr mimosa e alma antiga, --Doce Premio que ris ao meu cançaço-- A ti, ó meu Conselho, estas ligeiras Folhas que ponho a medo em teu regaço.