Portuguese poem
Ii
by João de Deus
Os olhos são D'uma expressão! Que linda bôca! O pé nem toca, De leve, o chão!
Aquelle pé De leve até Nem se elle sente! E sente a gente Não sei o que é...
E a graça, o ar, D'aquelle a andar! Que véla passa Com tanta graça Á flôr do mar!
Os olhos vêr Um só volver De olhar tão dôce, Que mais não fosse... Era morrer!
Os dentes sãos E tão irmãos E tão luzentes! Que bellos dentes! Que lindas mãos!