Portuguese poem
Em Babylonia sôbre os rios, quando
Em Babylonia sôbre os rios, quando De ti, Sião sagrada, nos lembrámos, Alli com grã saudade nos sentámos, O bem perdido, miseros, chorando.
Os instrumentos musicos deixando, Nos estranhos salgueiros pendurámos, Quando aos cantares, que ja em ti cantámos, Nos estavão imigos incitando.
Ás esquadras dizemos inimigas: Como hemos de cantar em terra alhea As cantigas de Deos, sacras cantigas?
Se a lembrança eu perder que me recrea Cá nestas penosissimas fadigas, Oblivioni detur dextra mea.