Portuguese poem
As Selvas
Um silencio de morte entrou no seio ás selvas. Já não pisa Diana este sagrado chão; Nem já vem repousar no leito destas relvas Aguardando saudosa o amor e Endymião.
Da grande caçadora a um solicito aceno Já não vem, não acode o grupo jovial; Nem o éco repete a flauta de Sileno, Apoz o grande ruido a mudez sepulchral.
Mas Diana apparece. A floresta palpita, Uma seiva melhor circula mais veloz; É vida que renasce, é vida que se agita; A luz do teu olhar, ao som da tua voz!