Versos Portuguese Machado de Assis I

Portuguese poem

I

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Nunca as armas christans, nem do Evangelho O lume criador, nem frecha extranha O valle penetraram dos guerreiros Que, entre serros altissimos sentado, Orgulhoso descança. Unico o vento, Quando as azas desprega impetuoso, Os campos varre e as selvas estremece, Um pouco leva, ao recatado asylo, Da poeira da terra. Acaso o raio Alguma vez nos asperos penedos, Com fogo escreve a assolação e o susto. Mas olhos de homem, não; mas braço affeito A pleitear na guerra, a abrir ousado Caminho entre a espessura da floresta, Não affrontára nunca os atrevidos Muros que a natureza a pino erguêra Como eterna atalaia.