Versos Portuguese Machado de Assis Naquele eterno azul, onde Coema

Portuguese poem

Naquele eterno azul, onde Coema

by

Listen in the reader

Naquele eterno azul, onde Coema, Onde Lindóia, sem temor dos anos, Erguem os olhos plácidos e ufanos, Também os ergue a límpida Iracema.

Elas foram, nas águas do poema, Cantadas pela voz de americanos, Mostrar às gentes de outros oceanos Jóias do nosso rútilo diadema.

E, quando a magna voz inda afinavas Foges-nos, como se a chamar sentiras A voz da glória pura que esperavas.

O cantor do Uruguai e o dos Timbiras Esperavam por ti, tu lhe faltavas Para o concerto das eternas liras.