Portuguese poem
Naquele eterno azul, onde Coema
Naquele eterno azul, onde Coema, Onde Lindóia, sem temor dos anos, Erguem os olhos plácidos e ufanos, Também os ergue a límpida Iracema.
Elas foram, nas águas do poema, Cantadas pela voz de americanos, Mostrar às gentes de outros oceanos Jóias do nosso rútilo diadema.
E, quando a magna voz inda afinavas Foges-nos, como se a chamar sentiras A voz da glória pura que esperavas.
O cantor do Uruguai e o dos Timbiras Esperavam por ti, tu lhe faltavas Para o concerto das eternas liras.