Portuguese poem
Iii
by Manuel Maria Barbosa du Bocage
Tenha embhora muita renda, Seja lavrador morgado, Mas para homem casado Sempre tem pouca fazenda. É provavel se arrependa A pobre da rapariga, Que se agatanhe e maldiga, Quando na noute da boda Correr a ceara toda, E não encontrar espiga.