Portuguese poem
Improviso
by Manuel Maria Barbosa du Bocage
Á meia noite Saiu de um cano Cheio de merda Crispiniano.
Eis que da ronda Tropel insano Divisa ao longe Crispiniano.
Capuz o cobre «És franciscano?» — Sou (lhe responde) «Grispiniano».
Chega o alcaide, Dá-lhe um abano; Sáe da gravata Crispiniano.