Portuguese poem
Iv
by Manuel Maria Barbosa du Bocage
Inda que não tome a mona Por ter fibra já cansada, Mal pode assistir á entrada De Carlos em Barcelona: Que o leve ao porto de Ancona Não terá vento ponteiro, E andando sempre em cruzeiro Que fará este homem raro? Ser como os cães, que teem faro; Conhecel-o pelo cheiro.