Portuguese poem
Ix
by Manuel Maria Barbosa du Bocage
Tendo o cono patente no sentido Na barriga o tezão lhe dava murros; E de activa luxuria enfurecido Espalhava o caxorro afflictos urros: Co'a lembrança do vaso appetecido O nariz encrespava, como os burros; Até que, em vão berrando pelo cono, De todo se entregou nas mãos do somno.