Portuguese poem
Piedade!
by Raimundo António de Bulhão Pato (1828–1912)
Em torno da mesma idéa, Meu ardente pensamento Constantemente volteia. Que horas estas de tormento! E póde viver-se assim? Que força tens, coração? Pois tudo que sinto em mim És capaz de supportar? Oh! basta! por compaixão Deixa emfim de palpitar!
Agosto de 1856.